• 7 de agosto de 2022

Quarta dose da Pfizer reduz risco de contrair Covid, diz estudo

Trabalhadores de hospital que receberam uma quarta dose da vacina de RNA mensageiro da Pfizer ficaram muito menos propensos a contrair Covid-19 do que os colegas com três doses, de acordo com um estudo.

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Os resultados, publicados nesta terça-feira (2) pela Associação Médica Americana, são os mais recentes a confirmar os benefícios de um segundo reforço contra infecções causadas pela variante ômicron. Os autores do estudo apontaram uma dose extra como ferramenta para evitar a escassez de pessoal médico e poupar os sistemas de saúde em tempos de maior tensão.

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A pesquisa foi conduzida em Israel, onde um rápido início da vacinação forneceu aos cientistas dados do mundo real sobre a eficácia da vacina. O país começou a oferecer um segundo reforço para idosos, profissionais de saúde e pessoas com sistema imunológico enfraquecido em janeiro.

Os Estados Unidos estão agora considerando a possibilidade de expandir a elegibilidade para as segundas doses de reforço em meio à disseminação da variante BA.5 da Ômicron.

Médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde que receberam uma quarta dose de vacina com RNA mensageiro em janeiro mostraram uma taxa de 7% de infecções. Aqueles com três doses — a terceira foi administrada no final de setembro — tiveram uma taxa de infecção de 20%.

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Muitos profissionais de saúde em Israel optaram por não receber uma quarta dose em janeiro, disseram os cientistas, assumindo que não faria muita diferença.

“A suposição comum era que a combinação de gravidade reduzida da variante Ômicron e a proteção dada pelas três primeiras doses de vacina não criava valor agregado para a quarta vacina”, escreveram. Mas para a equipe médica, eles argumentaram que essa diferença é importante porque “a quarentena e o isolamento de um grande número de profissionais de saúde podem prejudicar a capacidade de funcionamento do sistema”.

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(Bloomberg)

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