• 21 de outubro de 2020

Documento sugere que Gugu e Rose nunca foram um casal

Um suposto documento assinado por Rose Miriam di Matteo em 25 de março de 2011, apenas quatro dias após Gugu Liberato finalizar as linhas de seu testamento, revelam que o apresentador e a médica nunca foram um casal. Conforme divulgado pelo colunista Erlan Bastos, Rose e Gugu assinaram o papel para proteger os filhos.

De acordo com o contrato, os filhos de Gugu foram concebidos por meio de uma inseminação artificial. Além disso, o documento trás supostas clausuras a respeito da criação dos herdeiros, João Augusto, Marina e Sofia Liberato.

“Tanto o pai como a mãe das crianças sempre se preocuparam com o desenvolvimento dos filhos, assumindo o compromisso recíproco no sentido de tornarem todas as decisões relativas a mais completa formação moral, psíquica, física e intelectual dos filhos”, inicia o contrato, que entrega que Rose e Gugu sempre viveram em residências separadas.

Rose, contudo, teria sido incumbida de cuidar dos filhos em sua própria casa. “As visitas das crianças ao pai serão sempre realizadas de modo a garantir e preservar o atual relacionamento mantido entre o pai e seus filhos, de estreito vínculo afetivo”, emenda outra clausura.

As decisões acerca do futuro dos meninos, contudo, deveriam ser feitas em conjunto entre Rose e Gugu. Sobre pagamentos que o apresentador supostamente se comprometeu com os filhos, o documento traz: “Os salários e todos os encargos de uma babá, um motorista e duas empregadas”, sendo os funcionários “contratados e escolhidos pelo pai”.

Gugu deveria se comprometer, ainda, com “a escolaridade completa das crianças”, “tudo que diz respeito à saúde delas” e deveria pagar “todas as despesas restantes, tais como: supermercado, transporte, condomínio”, dentre outros.

O dinheiro seria, conforme o contrato, mandado ao endereço de Rose. O documento ainda confirma que a médica e o apresentador da RecordTV nunca formaram um casal.

“Os pais, mesmo porque as crianças nasceram por deliberação de ambos, mediante inseminação, apenas vincularam-se por respeito e amizade, ligados tão somente como pais e, portanto, responsáveis pelo bem-estar dos seus filhos”, decreta.

“O pai e a mãe das crianças, nada tendo a reclamar um do outro pela deliberação de ambos em terem os seus filhos ou a qualquer outro título, declaram-se plenamente satisfeitos, cada qual mantendo e conservando, isoladamente, sem qualquer participação ou ingerência do outro, os seus próprios bens”, diz um trecho que supostamente comprometeria a briga judicial de Rose para ter parte da herança de Gugu.

Por fim, Bastos divulgou as supostas assinaturas de Gugu Liberato e Rose Miriam. Vale ressaltar que a médica alega ter sido esposa do comunicador, mesmo que não tenham morado juntos. Ela, porém, estava com ele no dia de sua morte, em novembro de 2019, na casa de Gugu em Orlando, nos Estados Unidos.

(Metrópoles)

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