• 26/04/2024

Butantan recebe nova remessa de 2 milhões de doses da CoronaVac

O Instituto Butantan recebeu nesta sexta-feira uma nova remessa de 2 milhões de doses da CoronaVac, potencial vacina contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac, e agora já tem em seus estoques 3,1 milhões de doses do imunizante.

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A chegada da nova remessa foi acompanhada no início da manhã desta sexta-feira pelo presidente do Butantan, Dimas Covas, pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e pelo secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn.

Em vídeo divulgado pela assessoria de imprensa do governo paulista, Dimas Covas reiterou a promessa de que o Butantan terá disponíveis em janeiro 9 milhões de doses da CoronaVac.

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“Três milhões de doses já nos nossos estoques e, até janeiro, 9 milhões de doses prontas para uso. É a primeira vacina em solo nacional, a primeira vacina que está sendo produzida no Brasil e na América Latina”, disse o presidente do Butantan.

O instituto, que lidera os testes com a CoronaVac no Brasil, ainda não apresentou o resultado dos testes clínicos em Fase 3 com a candidata a vacina e, portanto, ainda não há pedido de registro do potencial imunizante junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Sem o registro, não se pode aplicar a vacina no Brasil.

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O Butantan espera divulgar os dados de eficácia da CoronaVac na próxima quarta-feira, mesmo dia que pedirá o registro da candidata a vacina junto à Anvisa e ao órgão regulador de medicamentos da China. Também será pedida autorização para uso emergencial no Brasil.

Doria tem prometido iniciar a vacinação contra Covid-19 em São Paulo no dia 25 de janeiro, data que pode ser antecipada com a decisão do governo federal de incluir a CoronaVac no Plano Nacional de Imunização, caso a aplicação comece nacionalmente antes desta data.

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Apesar do anúncio do Ministério da Saúde de inclusão da CoronaVac no PNI, Doria disse na quinta-feira que o governo paulista ainda aguarda uma formalização irrevogável e irretratável de intenção de compra de doses da CoronaVac por parte do governo federal.

(Reuters)

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