• 28 de maio de 2020

Mulher se nega a pegar cerveja e morre esfaqueada pelo marido

Uma mulher de 28 anos, identificada como Renata Oscar de Castro, foi assassinada a facadas nessa quarta-feira (11) ao se negar a pegar uma lata de cerveja para o marido, Petrônio Aziano da Silva, 47 anos.

O caso aconteceu em um bar no Bairro Setor F, em Querência (970 km de Cuiabá), por volta de 1h20 da madrugada.

Duas pessoas que tentaram ajudar Renata também acabaram feridas, mas foram socorridas e passam bem.

O crime

Tudo começou quando Petrônio pediu que Renata pegasse mais uma lata de cerveja para ele e ficou enfurecido com a negativa da esposa.

Ele deu uma volta no balcão do bar, pegou uma faca e deu três golpes na esposa.

Um homem de 44 anos, vendo a cena, tentou impedir o criminoso de continuar as agressões. Petrônio virou-se para ele e também deu nele três golpes.

Uma mulher de 25 anos, que estava ao lado, acabou atingida por uma facada na perna direita.

Após as sete facadas, Petrônio fugiu e não foi mais visto.

Socorro

A Polícia Militar foi acionada e antes mesmo de chegar ao local já solicitou atendimento médico com urgência. A equipe de plantão do Hospital Municipal de Querência foi avisada para ficar a postos à espera das vítimas.

Renata e o homem que tentou ajudá-la foram encaminhados para o hospital por testemunhas que estavam no bar.

A mulher que foi esfaqueada na perna foi levada pela Polícia Militar depois que contou o que havia acontecido.

Depois de a socorrerem, os policiais fizeram buscas pela região, mas não encontraram o suspeito.

Até o término do boletim de ocorrência, o homem que tentou socorrer Renata estava em sala de cirurgia, em estado grave.

Renata, no entanto, chegou a entrar na sala de cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Morte anunciada

Na Central de Atendimento, o nome dos envolvidos foi checado e os policiais encontraram vários registros criminais em nome de Petrônio, por lesão corporal, ameaça, dano, entre outros – e na maioria deles a vítima era Renata.

O casal tinha três filhos, que já estavam em outro Estado sendo criados por familiares.

No Facebook, uma das pessoas que cuida das crianças divulgou uma foto de Petrônio com uma mensagem dizendo que a quarta-feira (11) estava sendo um dia terrível para a família, por ele ter matado a mãe das crianças que eles criam e que eles temem que Petrônio vá atrás das crianças agora.

( O Livre)

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